Por que a geladeira desarma o disjuntor da casa toda vez?

Geladeira com porta entreaberta e brilho vermelho na base sugerindo geladeira desarma disjuntor na cozinha

Atualizado em agosto de 2026

Resposta direta
Quando a geladeira desarma o disjuntor toda vez que liga, a causa mais comum é curto-circuito no compressor, fiação interna danificada ou resistência do degelo queimada — ou seja, uma sobrecarga elétrica real, não uma falha aleatória do disjuntor. Continuar ligando o aparelho força a rede elétrica da casa e aumenta o risco de choque, incêndio ou dano permanente ao compressor. O diagnóstico correto exige teste com multímetro e megôhmetro feito por técnico especializado. Na ADTEC, esse reparo em geladeiras nacionais e importadas costuma levar entre 1 e 3 dias úteis, dependendo da peça.

Se a sua geladeira desarma disjuntor toda vez que o compressor tenta ligar, você já deve ter percebido que religar não resolve nada. Em poucos minutos, o disjuntor cai de novo. Esse padrão repetitivo não é coincidência nem defeito isolado do quadro elétrico. Na grande maioria dos casos, o próprio aparelho está gerando uma sobrecarga ou fuga de corrente real, e cada nova tentativa de ligar só reforça o desgaste do problema. Neste artigo você entende os sintomas, as causas mais prováveis e por que esse tipo de falha elétrica exige um técnico especializado em geladeiras antes de qualquer religamento.

Geladeira desarma disjuntor: o que esse sintoma indica

Um disjuntor não desarma por capricho. Ele é um dispositivo de segurança, projetado pra cortar a energia quando detecta corrente acima do suportado pelo circuito. Então, se a geladeira desarma o disjuntor com frequência, ele está fazendo exatamente o que deveria fazer. O problema não está no disjuntor em si, está em algo que puxa mais corrente do que deveria ou desvia energia pra onde não deveria ir.

Existe uma diferença importante entre dois padrões de desarme. Quando o disjuntor cai assim que a geladeira liga o compressor, geralmente há um curto-circuito franco ou fuga de corrente evidente. Já quando o desarme acontece depois de horas de funcionamento normal, o mais comum é um componente que esquenta aos poucos até falhar — como a resistência do degelo entrando em ciclo. Essa distinção de horário ajuda bastante o técnico a restringir onde procurar.

Na esmagadora maioria dos chamados que a ADTEC atende em São Paulo, a origem está dentro do próprio gabinete da geladeira, não na tomada ou na fiação da casa. Ignorar esse sintoma por semanas — só religando o disjuntor sempre que cai — tende a evoluir pra queima total do compressor, que é a peça mais cara do aparelho. Quem já passou por isso sabe: o que começava como um desarme ocasional termina em um orçamento de reparo bem mais alto. Se você também notou a geladeira esfriando menos antes desse sintoma aparecer, vale ler sobre geladeira não gela — muitas vezes os dois problemas têm a mesma raiz elétrica.

Sintomas que acompanham a geladeira desarmando o disjuntor

Antes de fechar o diagnóstico, observe com atenção quando exatamente a falha aparece. Cada padrão de sintoma aponta pra uma causa diferente, e informar isso ao técnico agiliza bastante o atendimento:

  • Disjuntor cai assim que a geladeira liga o compressor — normalmente indica curto-circuito franco no enrolamento do motor
  • Disjuntor cai só durante o ciclo de degelo — aponta pra resistência de degelo queimada ou em curto
  • Cheiro de queimado ou fiação derretida perto da tomada ou atrás do aparelho
  • Geladeira esquenta, faz barulho diferente do habitual ou desliga sozinha antes mesmo do disjuntor cair
  • Choque leve ao encostar no gabinete metálico — sinal clássico de fuga de corrente pra carcaça
  • Disjuntor desarma de forma aleatória, sem padrão claro de horário
  • Luzes da casa piscam no instante em que a geladeira tenta ligar

Repare que esse quadro é bem diferente de uma geladeira que simplesmente não dá sinal de vida. Se o seu caso é o aparelho ficar mudo, sem nenhum desarme envolvido, o cenário é outro — nesse caso vale conferir 7 motivos para a geladeira não ligar de jeito nenhum. Já quando existe desarme de disjuntor associado a choque no gabinete, o risco é maior e a prioridade deveria ser desligar o aparelho, não insistir em religar.

Atenção
choque ao tocar no gabinete metálico da geladeira é sinal de fuga de corrente ativa. Não continue usando o aparelho até um técnico isolar a causa — o risco de choque mais forte aumenta a cada uso.

Causas mais comuns quando a geladeira desarma disjuntor

As causas seguem uma escala de gravidade — da mais simples, ligada à instalação da casa, até a mais séria, dentro do próprio compressor. Conhecer essa ordem ajuda a entender por que o diagnóstico não pode ser só "no olho".

Curto-circuito no compressor: a causa nº1 quando a geladeira desarma o disjuntor

O compressor é o coração elétrico da geladeira, e é também o componente que mais gera desarme repetido de disjuntor. Com o tempo, o isolamento do enrolamento do motor se degrada por calor e vibração. Isso cria um caminho de baixa resistência entre a bobina e a carcaça metálica — ou seja, fuga de corrente pra terra. Segundo levantamentos do setor de eletrodomésticos (Statista, 2024), compressores respondem por boa parte das falhas elétricas graves em refrigeração doméstica após os 8 anos de uso.

Na prática, isso aparece como desarme imediato: a geladeira tenta ligar, o compressor puxa corrente pra carcaça, e o disjuntor — principalmente o DR — corta tudo em frações de segundo. É o cenário mais caro de resolver, porque geralmente exige troca do compressor completo, não só de um fio ou resistência.

Tip prática: se o desarme acontece sempre no exato instante em que você ouve o "clique" do compressor tentando partir, é forte indício de curto no motor. Anote esse detalhe — ele economiza tempo de diagnóstico.

Resistência do degelo queimada

A resistência de degelo (ou resistência de aquecimento) fica ativa em ciclos programados, derretendo o gelo acumulado no evaporador. Quando ela queima ou tem o isolamento comprometido por umidade acumulada, cria fuga de corrente durante esses ciclos. Por isso, o padrão de "disjuntor cai só de vez em quando, geralmente à noite" costuma apontar pra esse componente.

Um caso comum: geladeiras Side by Side com mais de 6 anos, que acumulam condensação na região do evaporador por vedação de porta desgastada. A umidade entra em contato com os terminais da resistência e, com o tempo, degrada o isolamento até causar curto. É um reparo bem mais barato que troca de compressor, mas só o técnico confirma isso com teste isolado do componente.

Fiação interna ressecada ou roída por insetos e roedores

Cabos internos ficam expostos a calor constante do compressor e vibração — com os anos, o isolamento resseca, racha e expõe o cobre. Em imóveis com histórico de infestação, fios roídos por baratas ou pequenos roedores também são causa frequente, principalmente na parte traseira do gabinete, onde o acesso é mais fácil pra pragas.

Esse tipo de causa costuma ser simples de reparar quando localizado cedo, mas difícil de enxergar sem abrir o aparelho — daí a importância do diagnóstico técnico em vez de tentativa e erro.

Atenção
sobrecarga por múltiplos aparelhos no mesmo circuito também pode desarmar o disjuntor, mas nesse caso o problema não é da geladeira — é da instalação elétrica da casa dividindo circuito com ar-condicionado, forno elétrico ou chuveiro. Um eletricista qualificado confirma isso.

Disjuntor comum x disjuntor DR: por que essa diferença importa

Nem todo disjuntor reage do mesmo jeito a esse tipo de falha, e saber qual caiu já entrega uma pista valiosa pro técnico antes mesmo dele chegar. Existem, basicamente, dois tipos relevantes aqui. O disjuntor termomagnético comum protege contra sobrecarga de corrente, enquanto o dispositivo diferencial residual (DR) é muito mais sensível a fugas de corrente pra terra.

Situação O que indica Prioridade do técnico
Só o disjuntor DR desarma Fuga de corrente pra carcaça (risco de choque) Testar isolamento do compressor com megôhmetro
Só o disjuntor comum desarma Sobrecarga de amperagem, sem fuga aparente Verificar consumo do compressor e fiação
Os dois desarmam juntos Curto-circuito franco, geralmente grave Isolar componente com curto antes de religar
Nenhum desarma, mas há choque leve Fuga de baixa intensidade, ainda não crítica Testar continuidade e aterramento do gabinete

Quando só o disjuntor DR desarma

O DR é calibrado pra detectar diferenças mínimas entre a corrente que sai da fase e a que retorna pelo neutro — geralmente na faixa de 30 miliampères. É sensível o bastante pra proteger uma pessoa de choque fatal. Quando só ele desarma e o disjuntor comum permanece ligado, isso quer dizer que a amperagem total consumida pela geladeira está normal. Mas parte dessa energia está "vazando" pro gabinete metálico, em vez de completar o circuito como deveria.

É esse cenário que mais preocupa do ponto de vista de segurança, porque significa que qualquer pessoa que encoste no aparelho pode levar choque. Em condomínios e comércios, onde várias pessoas têm acesso à cozinha ou copa, esse risco se multiplica. Daí a recomendação de desligar o aparelho na tomada — não só no disjuntor — até a visita técnica.

Quando o disjuntor comum também desarma

Se o disjuntor comum desarma junto com o DR — ou mesmo sozinho, sem DR instalado no circuito — geralmente o quadro é mais grave. É um curto-circuito franco, com corrente muito acima do suportado pelo circuito. Aqui a falha não é sutil, é uma sobrecarga real e imediata assim que o compressor tenta partir.

Esse padrão costuma estar ligado a enrolamento de compressor queimado por completo ou a um fio desencapado encostando direto na carcaça. É o tipo de causa que exige teste com multímetro antes de qualquer tentativa de religar — inclusive porque religar repetidamente um curto franco pode danificar também o próprio disjuntor.

Riscos de continuar usando a geladeira que desarma disjuntor

Insistir em religar o disjuntor "só mais uma vez" é a decisão mais comum — e também a mais arriscada. Cada religamento reproduz a mesma condição de falha, só que com o componente já mais desgastado do que na tentativa anterior.

Os principais riscos de manter o aparelho em uso:

  • Choque elétrico ao tocar no gabinete metálico, principalmente com as mãos molhadas
  • Incêndio por fiação superaquecida — segundo dados da NFPA sobre incêndios domésticos de origem elétrica, falhas em fiação e componentes de aparelhos respondem por parcela relevante dos incêndios residenciais nos EUA, um padrão que se repete em instalações antigas no Brasil
  • Perda de alimentos por desligamentos repetidos e inconstância na temperatura interna
  • Dano progressivo ao compressor, elevando o custo do reparo de "troca de fiação" pra "troca de compressor completo"
  • Sobrecarga que pode danificar outros aparelhos ligados no mesmo circuito, caso o problema seja de fiação compartilhada
Atenção
cada vez que você religa o disjuntor sem resolver a causa, a corrente volta a percorrer o mesmo caminho defeituoso. Isso não "cura" o problema — só adia o próximo desarme, geralmente com o componente mais danificado.

Em condomínios, esse risco ganha uma camada extra: um curto-circuito na cozinha de uma unidade pode, em situações mais graves, afetar o painel elétrico compartilhado do prédio. Gestores prediais que lidam com esse tipo de chamado sabem que agir rápido evita reincidência — e evita também reclamação de outros moradores por quedas de energia recorrentes.

Por que esse problema exige diagnóstico técnico especializado

Aqui está o ponto que mais gera confusão: testar visualmente não identifica curto interno no compressor. Você pode abrir o painel traseiro, olhar os fios e não ver nada de errado. Isso porque a fuga de corrente acontece dentro do enrolamento do motor, um componente selado que só se avalia com instrumento de medição.

O que o técnico verifica primeiro

O primeiro instrumento usado é o multímetro, medindo continuidade e resistência dos circuitos acessíveis: fiação, resistência de degelo, termostato e conexões da placa. Em seguida entra o megôhmetro, que aplica uma tensão controlada entre os terminais do compressor e a carcaça pra medir a resistência de isolamento. É esse teste que revela fuga de corrente invisível a olho nu.

Um exemplo prático: em um chamado recente de geladeira Side by Side importada com desarme só no ciclo de degelo, o teste visual não mostrava nada de anormal na resistência. Só o megôhmetro revelou isolamento comprometido por umidade acumulada há meses. Sem esse teste, a resistência provavelmente seria trocada por engano, sem resolver o desarme.

Por que teste caseiro pode mascarar o problema real

Testar "por tentativa" — trocar uma peça, religar, ver se volta a desarmar — é um erro caro. Se o curto está no compressor e você troca a resistência de degelo por suspeita errada, o disjuntor volta a cair na próxima tentativa. E agora você pagou por uma peça que não precisava ser trocada.

Esse é o motivo pelo qual a ADTEC não fecha orçamento sem diagnóstico presencial. Um serviço de conserto de geladeiras bem feito começa isolando a causa real, com instrumento calibrado, antes de qualquer peça ser trocada — isso evita gasto desnecessário e retrabalho.

Dica
peça sempre pro técnico mostrar a leitura do multímetro ou megôhmetro antes de aprovar a troca de peça. Isso é padrão em diagnóstico sério e evita cobrança por peça que não era o problema.

Quanto tempo leva e quanto custa o reparo quando a geladeira desarma disjuntor

O prazo varia bastante conforme a causa raiz, então desconfie de qualquer orçamento fechado por telefone sem visita técnica — é impossível saber o valor exato sem antes isolar o defeito.

  • Diagnóstico: feito no mesmo dia da visita, com chegada em até 30 minutos em São Paulo
  • Reparo simples (fiação, resistência de degelo, conexões): geralmente concluído no mesmo dia ou em até 1 dia útil
  • Reparo complexo (compressor, placa eletrônica): entre 2 e 3 dias úteis, considerando disponibilidade da peça original
  • Orçamento: sempre apresentado após o diagnóstico presencial, nunca fechado sem inspeção
  • Garantia: 90 dias por escrito, cobrindo peça original e mão de obra

Reparo simples: fiação e resistência

Quando a causa é fiação ressecada, conexão solta ou resistência de degelo com defeito isolado, o reparo tende a ser rápido. Muitas vezes é resolvido na própria visita, já que são peças de reposição comum tanto pra marcas nacionais quanto importadas. O custo fica na faixa mais baixa da tabela de reparos elétricos, proporcional ao valor da peça e ao tempo de mão de obra.

Um exemplo comum: geladeira Brastemp Frost Free de 7 anos, desarmando só durante o degelo noturno. Diagnóstico apontou resistência com isolamento comprometido por umidade — troca simples, concluída na mesma visita, com garantia de 90 dias cobrindo a peça nova.

Reparo complexo: geladeira desarma disjuntor por falha no compressor ou na placa

Quando o teste de megôhmetro confirma curto no enrolamento do compressor, o reparo já muda de categoria. Compressor não se "conserta" no sentido tradicional — ele é substituído por um novo ou remanufaturado. O processo exige recolhimento de gás refrigerante, solda e recarga do sistema, além de teste de estanqueidade.

Em modelos importados, como Side by Side ou French Door, a complexidade aumenta porque a placa eletrônica de controle do compressor inverter costuma estar integrada ao circuito de proteção. E qualquer falha ali também pode gerar desarme. Esse tipo de reparo, envolvendo peça original importada, é o que mais justifica o prazo de até 3 dias úteis. Depende da disponibilidade de peça compatível com o modelo específico.

Geladeiras nacionais x importadas: o que muda no reparo elétrico

A marca e a origem do aparelho mudam bastante o approach do reparo elétrico, principalmente na complexidade da placa e na disponibilidade de peça original.

Aspecto Nacionais (Brastemp, Consul, Electrolux) Importadas (LG, Samsung, Bosch, Sub-Zero)
Sensibilidade a picos de tensão Moderada Alta — placas eletrônicas mais sensíveis
Disponibilidade de peça original Rápida, estoque nacional Depende de importação, prazo maior
Complexidade da placa de controle Mais simples, poucos sensores Compressor inverter integrado a múltiplos sensores
Impacto de peça não original na garantia do fabricante Pode reduzir vida útil Costuma invalidar garantia do fabricante

Geladeiras nacionais: Brastemp, Consul, Electrolux

Modelos nacionais costumam ter arquitetura elétrica mais simples, com menos sensores integrados ao circuito de proteção do compressor. Isso não significa que desarmem menos — só que, quando desarmam, a causa tende a ser mais mecânica (fiação, resistência, conexão) do que eletrônica.

A vantagem prática é a disponibilidade de peça: compressores e resistências de Brastemp, Consul e Electrolux têm estoque nacional amplo, o que reduz o prazo de reparo complexo. Em muitos casos, a ADTEC consegue concluir a troca de compressor nacional em até 2 dias úteis.

Geladeiras importadas: LG, Samsung, Bosch, Sub-Zero

Aparelhos importados usam compressores inverter com placas eletrônicas dedicadas, muito mais sensíveis a variações da rede elétrica brasileira. Estudos sobre qualidade de energia (CPSC, 2023) mostram que ela pode apresentar picos de tensão acima do padrão previsto pelo fabricante. Isso torna esses modelos um pouco mais propensos a falhas na placa de controle, além das causas mecânicas tradicionais.

O reparo em importados exige técnico com experiência específica na marca, porque cada fabricante tem protocolo próprio de diagnóstico eletrônico. Usar peça genérica em vez de original nesses modelos é o erro mais comum — e o que mais compromete a durabilidade do reparo. Consulte a lista completa de marcas atendidas pela ADTEC antes de fechar o orçamento.

Vantagem
a ADTEC trabalha com peça original tanto pra linha nacional quanto importada, o que preserva a garantia do fabricante sempre que aplicável — um diferencial que faz diferença especialmente em modelos Sub-Zero e Bosch de alto padrão.

Side by Side e French Door: cuidados extras na parte elétrica

Refrigeradores Side by Side e French Door concentram mais componentes elétricos num único gabinete. Isso inclui dispensador de água e gelo, iluminação LED interna, múltiplos sensores de temperatura e, em muitos modelos, controle Wi-Fi. Cada um desses subsistemas é um ponto a mais de possível fuga de corrente, o que exige um diagnóstico mais minucioso do que numa geladeira simples de uma porta.

Um caso típico: refrigerador French Door com desarme de disjuntor associado a mau funcionamento do dispensador de gelo. A fonte de água entrando em contato com fiação próxima criou fuga de corrente intermitente. Só isolando cada subsistema, um a um, foi possível confirmar a causa exata.

Próximo passo

  1. Desligue a geladeira no disjuntor e evite religar até o diagnóstico técnico
  2. Não tente testar o compressor ou a fiação interna sozinho, mesmo com multímetro doméstico
  3. Anote em qual momento o disjuntor cai — ao ligar, durante o degelo ou de forma aleatória
  4. Reúna a marca e o modelo do aparelho pra agilizar o atendimento
  5. Solicite orçamento com diagnóstico técnico em toda São Paulo, com chegada em até 30 minutos

Sua geladeira desarma o disjuntor toda vez que liga? Chame no WhatsApp e receba diagnóstico técnico com garantia de 90 dias por escrito.

Perguntas frequentes

Geladeira desarmar o disjuntor é normal?

Não, não é normal. O disjuntor existe justamente pra proteger a rede elétrica contra sobrecarga ou fuga de corrente, então o desarme repetido indica um defeito real na fiação, no compressor ou na resistência de degelo. Ignorar o sintoma tende a piorar o problema com o tempo. Em geladeiras com mais de 5 anos de uso, essa falha costuma estar ligada a desgaste natural dos componentes elétricos internos.

Posso continuar usando a geladeira mesmo desarmando o disjuntor?

Não é recomendado. Cada vez que você religa o disjuntor e o aparelho volta a funcionar, a fuga de corrente ou o curto continuam presentes, aumentando o risco de choque elétrico e incêndio. Além disso, o esforço repetido pode queimar o compressor por completo, transformando um reparo simples em uma troca de peça cara. O ideal é desligar no disjuntor e aguardar o diagnóstico técnico.

Trocar o disjuntor resolve o problema da geladeira?

Na maioria dos casos, não. O disjuntor só está reagindo a uma sobrecarga ou fuga de corrente gerada pela geladeira, então trocá-lo sem tratar a causa faz o novo disjuntor desarmar do mesmo jeito. A exceção é quando o próprio disjuntor está com defeito de fábrica, o que um eletricista confirma com teste de continuidade antes de qualquer troca.

Geladeira nova também pode desarmar o disjuntor?

Sim, e nesse caso geralmente é defeito de instalação ou peça com problema de fábrica, não desgaste. Isso costuma acontecer quando a instalação elétrica não foi adequada à voltagem do aparelho ou quando há falha na placa eletrônica logo nas primeiras semanas de uso. Se a geladeira ainda está na garantia do fabricante, vale verificar a cobertura antes de abrir o aparelho.

Qual a diferença entre a geladeira desarmar e queimar o disjuntor?

Desarmar é o disjuntor cumprindo sua função de proteção, cortando a energia antes que a sobrecarga cause dano maior. Já um disjuntor queimado ou com contatos derretidos indica que ele foi exposto a uma corrente muito acima do suportado por tempo prolongado. Nesse segundo caso, além do reparo na geladeira, é necessário trocar o disjuntor com um eletricista qualificado.

Se só o disjuntor DR desarma, o que isso significa?

Indica fuga de corrente para a carcaça da geladeira, ou seja, parte da energia está escapando pelo gabinete metálico em vez de seguir o circuito normal. É esse tipo de falha que mais frequentemente causa choque ao encostar no aparelho. O disjuntor comum pode nem desarmar nesses casos, porque a amperagem total continua dentro do limite — só o DR é sensível o suficiente para detectar.

Quanto custa consertar uma geladeira que desarma o disjuntor?

O valor varia conforme a causa: reparo de fiação ou resistência de degelo costuma ser mais simples, enquanto troca de compressor ou placa eletrônica encarece o serviço, principalmente em modelos importados com peça original. Por isso a ADTEC só fecha orçamento após diagnóstico técnico presencial. Todo serviço sai com garantia de 90 dias por escrito, cobrindo peça e mão de obra.

O reparo tem garantia?

Sim, a ADTEC oferece garantia de 90 dias por escrito em todos os serviços de conserto de geladeira, incluindo reparos elétricos que causam desarme de disjuntor. A garantia cobre tanto a peça original instalada quanto a mão de obra do reparo. Esse prazo segue o padrão praticado por assistências técnicas especializadas em linha branca de São Paulo.

Isso pode ser o compressor da geladeira?

Pode, e é uma das causas mais graves. Um compressor com enrolamento queimado ou curto interno provoca fuga de corrente direto para a carcaça, fazendo o disjuntor desarmar assim que o motor tenta ligar. Esse tipo de defeito é identificado com teste de megôhmetro, medindo a resistência de isolamento entre os terminais do compressor e o gabinete.

Como saber se o problema é da geladeira ou da instalação elétrica da casa?

Um teste simples ajuda: desligue a geladeira da tomada e ligue outro aparelho de potência parecida no mesmo circuito. Se o disjuntor não cair, o defeito está na geladeira; se cair de novo, pode ser sobrecarga da instalação. Ainda assim, a confirmação definitiva exige teste técnico, porque fugas de corrente intermitentes nem sempre aparecem nesse teste caseiro.

Freezer separado também pode desarmar o disjuntor?

Sim, pelas mesmas causas da geladeira: curto no compressor, resistência de degelo queimada ou fiação danificada pelo tempo ou umidade. Freezers verticais e horizontais com muitos anos de uso são especialmente propensos a esse problema, já que ficam ligados 24 horas por dia. O diagnóstico e o reparo seguem o mesmo processo técnico aplicado a geladeiras.

Geladeira importada desarma disjuntor com mais frequência que nacional?

Não necessariamente com mais frequência, mas a causa costuma ser diferente. Modelos importados como LG, Samsung, Bosch e Sub-Zero têm placas eletrônicas mais sensíveis a picos de tensão da rede elétrica brasileira, enquanto nacionais como Brastemp e Consul tendem a apresentar mais falhas mecânicas simples. Por isso o reparo em importados exige peça original e técnico com experiência específica nessas marcas.

É perigoso continuar ligando a geladeira que desarma o disjuntor?

Sim, principalmente se há fuga de corrente para o gabinete metálico, já que isso representa risco real de choque elétrico para quem manuseia o aparelho. Também existe risco de incêndio quando a fiação interna está superaquecendo a cada tentativa de ligar. O recomendado é manter o aparelho desligado no disjuntor até o técnico avaliar.

Quanto tempo demora o diagnóstico técnico?

Na ADTEC, o diagnóstico é feito na própria visita, com chegada em até 30 minutos em São Paulo. O técnico usa multímetro e megôhmetro para localizar a fuga de corrente ou o curto-circuito e já apresenta o orçamento no local. O reparo em si costuma ser concluído entre 1 e 3 dias úteis, dependendo da disponibilidade da peça.

A ADTEC atende emergência quando a geladeira desarma o disjuntor?

Sim, esse é um dos chamados mais comuns por representar risco elétrico à residência ou ao comércio. A ADTEC atende residências, condomínios e comércios em São Paulo, com técnicos certificados e peças originais para marcas nacionais e importadas. Basta enviar uma mensagem pelo WhatsApp descrevendo o sintoma para receber o diagnóstico e o orçamento.

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Escrito por:

ADTEC Assistência

Há mais de 8 anos atuando no segmento, a ADTEC oferece soluções completas para manutenção de eletrodomésticos da linha branca, atendendo clientes residenciais e corporativos em São Paulo.
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